ANDES, Sinasefe e Fasubra preparam mobilização. APES realiza assembleia em Juiz de Fora nesta quarta-feira

06/11/18

 

Docentes da Universidade Federal de Juiz de Fora e do IF Sudeste MG se reúnem em assembleia, às 17h30, quarta feira, dia 07 de novembro, para debater a conjuntura e encaminhar atividades de resistência.

O ANDES-SN, a Fasubra, o Sinasefe e a União Nacional dos Estudantes (UNE) se reuniram na manhã de quinta-feira (1º) em Brasília (DF) para debater os recentes ataques à educação e organizar as formas de resistência. Na pauta da reunião também esteve o debate sobre a possibilidade, levantada na imprensa pelo vice-presidente eleito General Mourão, de transferir as universidades federais do Ministério da Educação (MEC) para o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Eblin Farage, secretária-geral do ANDES-SN, afirma que o objetivo da reunião foi conversar sobre os recentes ataques que as instituições de ensino superior e Institutos Federais vêm sofrendo. “Com o anúncio da possível migração das universidades federais para o MCTI, também debatemos essa questão, tratando-a como algo perigoso. O ANDES-SN se preocupa com essa possível migração para o MCTI. Há preocupação com a dotação orçamentária. E há uma preocupação maior para os Institutos Federais, que não sabem para qual ministério irão”, comenta a docente.

A secretária-geral do ANDES-SN ressalta que as entidades se reunirão todas as semanas a partir de agora, e que outras entidades, como a Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), a Federação Nacional dos Estudantes em Ensino Técnico (Fenet) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), serão convidadas.

“A ideia é termos um calendário conjunto ainda em 2018. Realizar um grande dia de mobilização em defesa da educação no início de dezembro, convidando também as entidades da educação básica. Vamos fazer também uma audiência pública no Congresso Nacional e uma conferência para debater a educação pública. Por fim, será feito um manifesto conjunto das entidades em defesa da educação”, conclui Eblin Farage.