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APES cria novo canal de comunicação. Professores e professoras poderão se cadastrar no APESzap

A APES acaba de abrir mais um canal de comunicação com sua base com a criação do APESzap, uma ferramenta que utiliza o Whatssap para divulgação de assembleias, atos ou mesmo de documentos como tabelas salariais ou cartilhas.  Para se cadastrar, basta enviar uma mensagem de whatss para o telefone 32 991586940, dando nome completo, instituição, unidade e a palavra “aceito”. Veja o exemplo na imagem a baixo.

        APES entra em contato

A secretaria da APES também entrará em contato com professores e professoras para a adesão ao canal. Para o cadastro, não há necessidade de que o docente seja sindicalizado.
Importante ressaltar que o APESZAP não vai reproduzir todo o conteúdo de notícias do sindicato, mas será utilizado com economia, para mobilização da categoria. Professores e professoras serão informados via transmissão. Não serão incluídos em grupos e nem o APESzap participará de outros grupos.
“É mais um canal que pode ajudar a mobilizar professores e professoras de maneira rápida e eficiente. Nos tempos de intensa luta que se anunciam, o APESzap pode contribuir para a união e efetividade em torno das ações da categoria”, disse Augusto Cerqueira da Direção da APES.

Clique aqui para ler as normas de utilização do APESzap

        Docentes poderão entrar em contato

Professoras e professores poderão enviar mensagens para o APESzap como um “fale conosco”, ou seja, da mesma forma que podem se comunicar com o sindicato por meio do telefone e do e-mail. Quando necessário, a APES responderá ao remetente da mensagem no momento oportuno.

Bolsonaro agora ataca organização sindical
        O governo Bolsonaro, após uma série de medidas contra os trabalhadores, agora investe contra a capacidade de organização sindical. Foi publicado, no dia 09 de janeiro, o decreto n 9.662/2019 que, em síntese, dispõe sobre as atribuições do Ministério da Justiça e Segurança Pública.         O referido decreto traz medida inusitada ao submeter o Registro Sindical à competência do Ministério dirigido pelo ex juiz Sérgio Moro. A APES vem alertar para o caráter fascista da medida, que tenta colocar rédeas na organização dos trabalhadores, por meio da criminalização dos movimentos sociais. “Na visão do atual governo, a questão sindical parece ser vista como tema relativo à segurança pública e não ao mundo do trabalho. Precisamos ficar atentos a esses movimentos e nos unir em torno de nossas entidades”, disse Augusto Cerqueira, da Direção da APES.

        Clique aqui para baixar a nota técnica da CSP Conlutas a respeito da medida

Campanha em defesa do trabalho docente

A APES divulga uma série de videos com professores e professoras da UFJF e do IF Sudeste contando um pouco da importância do trabalho docente nas instituições federais de ensino. Acesse aqui.

Novo coordenador do Enem é militante do Escola sem Partido

A censura nas salas de aula promete se acirrar este ano. Após a recente nomeação do ministro da Educação Ricardo Vélez, chega ao corpo técnico do governo Bolsonaro, Murilo Resende Ferreira.

O novo integrante ocupará a Diretoria de Avaliação do Ensino Básico (Daeb) do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), subordinado ao Ministério da Educação (MEC). Ele ficará responsável, entre outras atribuições, pela formulação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e outros exames que aferem indicadores escolares. O novo diretor é um seguidor das teorias do astrólogo e escritor Olavo de Carvalho e foi militante do Escola sem Partido.

O anúncio foi feito no sábado (5), por Jair Bolsonaro, nas redes sociais. Segundo o Presidente, o novo diretor da Daeb priorizará o ensino e vai ignorar a atual promoção da “lacração”. Bolsonaro se refere ao Enem 2018 em que foram abordadas questões de linguagens com diversidade como tema.

De acordo com O Globo, Resende foi indicado por pessoas ligadas ao projeto Escola sem Partido e que fazem uma espécie de “fiscalização informal em livros didáticos”.


Murilo Resende Ferreira foi militante do Escola sem Partido

Sinserpu realiza paralisação e ato público em protesto contra Prefeitura Municipal de Juiz de Fora
        O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sinserpu) realizou, na manhã de hoje, terça feira 08 de janeiro, uma paralisação com ato público no Parque Halfeld, em frente a Câmara Municipal, em protesto ao atraso do pagamento do 13º salário e a crescente precarização das condições de trabalho de boa parte dos servidores municipais.

A promessa da Prefeitura de Juiz de Fora é de que o pagamento dos servidores ocorra normalmente hoje e de que o 13° seja pago em duas parcelas, nos dias 18 de janeiro e 15 de fevereiro, segundo a previsão anunciada em 18 de dezembro e confirmada pelo prefeito Antônio Almas.

Além disso, em vista do atraso, os servidores lutam por conseguir junto ao Executivo Municipal que o desconto de 10% no pagamento à vista do IPTU seja estendido para eles até fevereiro, data em que o 13° seria quitado.

Com a recente liberação do repasse de mais de R$ 400 milhões do Governo Federal para o Estado de Minas, os servidores esperam que o pagamento dos salários seja regularizado pela prefeitura de Juiz de Fora.

“O ataque aos servidores públicos e aos serviços públicos cresce a cada dia no país. A situação relatada por diversas categorias de servidores municipais chega a ser alarmante, desde as condições de precarização da rede de urgência e emergência da cidade, passando pela redução continuada do orçamento para a AMAC, até a situação de déficit na EMPAV. Para agravar a situação dos servidores, ao final de 2018, inicia-se o processo de atraso de pagamento de salários pela prefeitura. As diversas falas no ato destacaram que é fundamental a mobilização para resistir aos ataques e intensificar a luta pelos direitos. A APES se solidariza à luta dos servidores municipais de Juiz de Fora”, disse Augusto Cerqueira da direção da APES.


Servidores realizaram paralisação e ato público em frente à câmara

APES  alerta para cenário de luta que se apresenta com novo governo

Com a retirada de poder da Funai e o viés hostil do novo governo à proteção das minorias,  o poder de quem pretende tomar de vez as terras e reservas indígenas cresce. Na quinta feira, 03 de janeiro madeireiros-grileiros invadiram a terra indígena Arara, localizada nos municípios de Uruará e Medicilândia, no Pará. Ao mesmo tempo, o deputado Rodrigo Amorim (PSL), do Rio de Janeiro, classificou de “lixo urbano” a Aldeia Maracanã, historicamente situada às proximidades do Estádio de Futebol, que leva o mesmo nome, prenunciando mais um desastre contra minorias logo no início do novo governo.

A nova configuração tem gerado preocupações e protestos a princípio dentro das redes sociais que percebem o clima de guerra que se instala, ameaçando as reservas.  “O esvaziamento da FUNAI, que perdeu o poder de demarcar terras no país, e a transferência desse poder para o Ministério da Agricultura traçam uma radiografia inicial do que vem por aí. Nós temos que nos preparar para os ataques a trabalhadores e minorias como nunca se viu no país”, disse Augusto Cerqueira da direção da APES.

As mensagens à APES devem ser enviadas pelo faleconosco@apesjf.org.br. Somente desta forma poderão ser respondidas pela entidade.