Panfletagem marcou dia 26 de março em Juiz de Fora

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Estudantes, Técnicos Administrativos e Docentes realizaram uma panfletagem no campus da UFJF e no IF Sudeste MG, Campus JF, marcando o Dia Nacional em Defesa da Educação Pública. O panfleto distribuído reivindica a garantia de condições de financiamento e um sistema federal de educação que respeite estruturas de carreira, condições de trabalho, reposição de perdas inflacionárias e apoio estudantil. “Hoje é um dia de defesa da universidade pública, contra todos os arrochos, privatizações e terceirizações que têm sido implementadas pelo Governo Dilma”, ressaltou Lucas Simeão, da Coordenação do Sintufejuf.
“Nós entendemos que a política de sustentação da rede pública federal não pode ficar ao sabor de interesses políticos que não respeitam o dia-a-dia de trabalhadores e estudantes diretamente envolvidos em projetos de ensino, pesquisa e extensão”, afirma o texto do panfleto.
“Essa atividade faz parte do calendário aprovado no Encontro Nacional de Educação e nós estamos convocando todos para participar dessa luta”, explicou Joacir Teixeira de Melo, Presidente da APES. No IF Sudeste MG, a distribuição dos panfletos foi realizada pela profª Amanda Chaves Pinheiro, que considera  importante o momento político para a categoria e para a mobilização nas Instituições Federais de Ensino.

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             Em todo o país

O Dia Nacional de Luta em Defesa da Educação foi marcado por protestos de estudantes  e trabalhadores por todo o país. Travamento de avenidas, ocupações de bandejões nas universidades, paralisações estudantis, manifestações de professores em greve,  e atos unificados em diversos estados compuseram as diversas ações.  A juventude e os trabalhadores fizeram desse dia  uma demonstração de forças nas IFE, nas escolas e nas ruas com o objetivo de enfrentar governo e dizer não ao ajuste fiscal e exigir o fim dos cortes nos serviços públicos.

No Rio de Janeiro, cerca de 1.500 pessoas estiveram presentes no ato organizado por diversas entidades ligadas ao setor de Educação, como o ANDES-SN, a Fasubra, o Sinasefe e o Sepe-RJ. A manifestação teve como principais reivindicações a defesa da educação pública, gratuita, democrática e laica, o repúdio aos cortes no orçamento – seja na educação seja em outras áreas, como saúde e programas sociais. Os manifestantes, após se concentrarem próximo à Igreja da Candelária, seguiram pela Avenida Rio Branco, até chegarem à Cinelândia, onde encerraram o protesto pacificamente.