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Frente em Defesa da Previdência Pública tem reunião no dia 06 de maio

 

Professores e professoras se reúnem em assembleia no dia 07 de maio

 

 

Entidades realizam Ato em defesa da UFJF no dia 8 de maio

 

 

Roda de Conversa recebe o professor Amauri Fragoso no dia 09 de maio

 

 

Centrais sindicais convocam Greve Geral para 14 de junho

 

 

As centrais sindicais brasileiras convocaram, de maneira unificada, uma Greve Geral para 14 de junho. A pauta central da Greve Geral será a defesa do direito de aposentadoria e o repúdio à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/19, da Reforma da Previdência. Antes, em 15 de maio, terá lugar a Greve Nacional da Educação.

A convocação da Greve Geral ocorreu durante o ato do Dia Internacional de Luta dos Trabalhadores, em São Paulo (SP). Pela primeira vez, todas as centrais sindicais organizaram um ato unificado de 1º de maio na capital paulista. Mais de 200 mil pessoas foram à manifestação, no Vale do Anhangabaú.

Os trabalhadores presentes no ato fizeram uma votação simbólica de apoio à deflagração da Greve Geral contra a Reforma da Previdência. A orientação das centrais é que, a partir de agora, a mobilização comece a ser construída nas bases das mais diversas categorias. O objetivo é que, no dia 14 de junho, sejam paralisados todos os locais de trabalho, estudo, comércio, bancos e circulação de mercadorias.

“O governo Bolsonaro diz que o Brasil precisa da reforma da Previdência. Isso é a maior fake news. O país precisa que o governo cobre os devedores do INSS, pare de pagar a Dívida Pública e entregar dinheiro para banqueiros. Eles querem acabar com a aposentadoria, com o futuro dos nossos filhos, para entregar dinheiro para os bancos. Por isso, afirmamos, não tem negociação com essa reforma. Precisamos ampliar nossa mobilização e derrotar essa reforma na íntegra”, disse Luiz Carlos Prates, o Mancha, que representou a CSP-Conlutas no ato.

Com informações da Conlutas e do ANDES-SN

 

 

 

Conversa com a APES esteve no ICH/UFJF

 

 

A série “Conversa com a APES” esteve presente, nesta quinta feira, no Instituto de Ciências Humanas (ICH) da UFJF. Na pauta, a luta contra a reforma da previdência e o convite a professoras e professores para a próxima roda de conversa com Amauri Fragoso, ex diretor do ANDES-SN, que deve ter o Marco Legal da Ciência e Tecnologia como um dos assuntos principais. A professora Marina Barbosa, da Direção da APES,  falou também sobre as notas das entidades em defesa da UFJF e convidou  para o ato em Defesa da UFJF, no dia 8 de maio, no Hall da Reitoria. Por último, explicou sobre a MP antissindical e sobre o processo de recadastramento necessário.

 

 

 

Entidades divulgam Nota em Defesa da UFJF

        

 

APES e Sintufejuf movimentaram o campus da UFJF. Em seguida, docentes integraram ato em Santa Luzia

 

A comunidade da UFJF e do IF Sudeste MG manifestou-se contra a reforma da previdência e em defesa da educação pública neste primeiro de maio, dia dos trabalhadores e das trabalhadoras. O ato foi organizado pela APES e pelo Sintufejuf, contanto com a participação de estudantes, técnico-administrativos e professores. A mobilização iniciou por volta das 9 horas, no campus da UFJF, e contou com panfletagem, distribuição de balões, coleta de assinaturas para o abaixo-assinado das centrais sindicais e falas em defesa da previdência pública e contra da proposta de reforma da previdência. A proposta foi a de dialogar com a população de Juiz de Fora, que utiliza as dependências da UFJF para prática de esportes e lazer, denunciando a proposta de destruição da previdência, valorizando a educação pública e o papel de destaque da UFJF e IF Sudeste MG na cidade. “Foi uma ação bastante positiva que permitiu o diálogo com a sociedade em mais uma ação conjunta das entidades da UFJF” disse Augusto Cerqueira, diretor da APES.


APES e Sintufejuf colhem assinaturas para abaixo-assinado contra reforma da previdência


APES paticipou de ato no bairro Santa Luzia


A APES também se integrou ao ato ocorrido em Santa Luzia, que teve a participação de centrais sindicais, partidos e movimentos sociais, onde também foram distribuídos panfletos e balões contra a reforma da previdência, e que contou com a apresentação de diversos grupos e artistas da cidade. “Estamos na busca de ampliação da mobilização contra os ataques à classe trabalhadora e nesse sentido é importante a participação em atos com as centrais sindicais em locais próximos ao trabalhador” disse Augusto Cerqueira.

 


APES integra Ato em Santa Luzia


MEC ameaça cortar verbas da UFJF por “balbúrdia”

A UFJF está sob a mira do novo Ministro da Educação, Abraham Weintraub. Em declarações para Estadão, o ministro ameaçou cortar recursos de universidades que não apresentarem bom desempenho, e que estiverem promovendo o que ele classificou como “balbúrdia”: eventos políticos, manifestações partidárias ou festas inadequadas ao ambiente universitário; “festa, arruaça, não ter aula ou fazer seminários absurdos que agregam nada à sociedade”, segundo o jornal. Nesse sentido, o ministro afirmou que a Universidade Federal de Juiz de Fora está sob avaliação.  

Além de ameaçar a UFJF, três universidades tiveram 30% das suas dotações orçamentárias anuais bloqueadas: a Universidade de Brasília (UnB), a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Universidade Federal da Bahia (UFBA).

“Essa ação do governo, via Ministro da Educação, é uma medida que expressa a intenção de implementar, autoritariamente, seu projeto para a educação superior, que pretende uma educação para as elites e a serviço de gerar mais lucro para o grande capital. A censura com imposição de perspectiva ideológica via corte orçamentário revela opção de destruir a autonomia e democracia nas Universidades. A UFJF é um patrimônio, e como tal, deve ser defendida por todos e todas.  Fazemos um chamado a essa defesa”, afirma Marina Barbosa, presidente da APES.

Além das ameaças à autonomia e à liberdade de expressão nas universidades, o ministro alegou que UnB, UFBA e UFF tiveram queda no desempenho. No entanto, conforme diversos indicadores, elas se mantêm em destaque em avaliações internacionais.

A medida vem em meio ao bloqueio de quase 6 bilhões para a Educação, pasta que sofreu o maior contingenciamento com o Decreto Federal de março desse ano. Apesar de ter atingido todas as universidades do país, as declarações do ministro comprovam a estratégia de ataque à produção de conhecimento e a censura ao pensamento crítico e reflexivo produzido nas instituições públicas de ensino.

ANDES-SN

O ANDE-SN publicou também uma nota de repúdio às declarações do ministro e convocou a categoria para a construção da greve da educação em 15 de maio. Leia a nota aqui.

 
 

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As mensagens à APES devem ser enviadas pelo faleconosco@apesjf.org.br. Somente desta forma poderão ser respondidas pela entidade.


 
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