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Professora Cláudia March da UFF alerta sobre o efeito privatizante contagioso da adesão à EBSER

Professora Cláudia March da UFF esteve em Juiz de Fora nesta quinta feira 22 de novembro para o primeiro de três debates que precedem a consulta à comunidade do Hospital Universitário sobre a adesão à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – EBSERH. O plebiscito deve decidir o voto do HU na discussão que se realizará no CONSU. March defendeu a necessidade do debate se espalhar por toda a Universidade, já que é um assunto que afeta a todos. Alertou para a possibilidade de o futuro nos reservar a criação da EBSEED – Empresa Brasileira de Serviços Educacionais, privatizando de vez o ensino.Ela apontou a EBERH como incontitucional já que fere o artigo 207 da Constituição Federal que garante a autonomia universitária. No seu regimento, está prevista a criação de um Conselho de Governança, que poderá ser formado contendo elementos estranhos à UFJF para gerenciar pesquisa e extensão. “Como a Empresa tem fins lucrativos, o mercado, como nas Fundações Ditas de Apoio, daria a direção das pesquisas e projetos de extensão”. Assim a UFJF praticamente perderia o controle do HU.

A “Dupla Porta” que é o recebimento de recursos do SUS e dos Planos de Saúde, já em voga no Sistema, viria em versão piorada com a EBSERH, já que criaria dois tipos de clientes identificados logo na porta do Hospital: aquele que traz recursos do SUS e aquele que traz, além desse, o recurso do Plano de Sáude, criando discriminação e podendo piorar o atendimento à população de baixa renda.

A EBERH, segundo a professora, preconiza o fim da carreira dentro do RJU para os trabalhadores nos hospitais, já que cessaria a contratação por esse regimento, ponto perigoso, porque precariza o atendimento, as condições de trabalho e que ameaça a toda a universidade com o fim desse Regime.

Ainda de quebra, a EBSERH daria amparo jurídico à realização de cursos pagos dentro das IFE. Fato ilegal realizado atualmente pelas Fundações Ditas de Apoio.

A APESTV entrevistou a professora

 Clique aqui para assistir a entrevista

Os debates sobre a EBSERH seguem ainda nos dias

Em 26/11 – das 9h às 11h, no auditório Gilson Salomão, na unidade Santa Catarina, com a presença da professora Sara Greneman da UFRJ

Em 29/11, das 9h às 11h, no Centro de Ciências da Saúde (CCS), no campus da UFJF, com a presença da professora Marina Barbosa, da UFJF e do ANDES-SN.

Podem participar do plebiscito docentes que exerçam atividades no HU; discentes regularmente matriculados no estágio obrigatório com carga horária na instituição; residentes, e TAEs lotados no hospital.

APESJF defende férias docentes no IF Sudeste MG campus Muriaé

Representantes da APESJF, diretores do IF Sudeste MG Campus Muriaé e professores dessa base estiveram reunidos na última quarta feira, para discutir a questão das férias docentes. O problema é que o calendário de reposição de aulas referentes à greve local de 2011 não inclui o merecido descanso de professores e professoras. O sindicato argumentou que gozar férias é um direito dos trabalhadores e a Diretoria do Campus se prontificou em analisar a questão.
No decorrer da reunião foram identificados ainda vários problemas também referentes às férias docentes que extrapolavam o problema do calendário de reposição.              A diretoria da APESJF sugeriu então que a Direção do Campus fizesse um levantamento dos problemas apontados desde a criação do Instituto em 2010 e que uma reunião com os docentes fosse convocada para a resolução do problema. Caso haja algum tipo de impasse nessa nova reunião, a APESJF  poderá retornar ao campus para intermediar a questão.

APESJF divulga nota sobre tramitação do PL Carreira

APESJF tem trabalhado em conjunto com o ANDES na luta por modificações no PL 4368/12 que contém os princípios do acordo firmado entre governo e ProIFES. O Sindicato tem estabelecido contato com parlamentares da região no sentido de angariar apoio para as emendas defendidas pelo ANDES-SN no Congresso.

A APESJF já realizou uma entrevista coletiva para falar a respeito da luta pelas modificações necessárias e o tema já foi pauta da última assembleia. A nota a seguir foi encaminhada á imprensa e aos docentes:

“Os docentes das Instituições Federais de Ensino Superior, apesar de serem vítimas do desrespeito por parte do Governo Federal, que durante a última greve ignorou suas reivindicações, tomou atitudes antissindicais, impôs sua proposta antidemocrática e assinou um “acordo” com um sindicato que não representa a categoria, continuam na luta pela valorização dos profissionais da educação. No momento, o ANDES-SN, representando docentes de todo o país, luta no Congresso Nacional para reverter parte dos malefícios contidos no PL 4368/12 resultante de tal “acordo”.
Em 20 de novembro, nossos representantes participaram de audiência pública no Congresso desmascarando o discurso governamental de que houve negociação e reforçando o apelo aos parlamentares para que aprovem emendas que possam corrigir os problemas apresentados no PL.
Em Juiz de Fora, a Associação dos Professores de Ensino Superior de Juiz de Fora Seção Sindical do ANDES-SN está vigilante aos trâmites, comissões, emendas e audiências que tratam da questão, trabalhando em conjunto com o Sindicato Nacional.
Cobramos dos deputados o compromisso com a educação. Que o discurso possa se reverter na prática em avanços e melhorias no Projeto de Lei”.

 

 

 

 

 

Carteirinhas da UNIMED têm prazo prorrogado para 31 de dezembro

 

Tendo em vista que as negociações para o reajuste nas mensalidades do Plano de Saúde APESJF/UNIMED ainda não se encerraram, a seguradora informou que as carteirinhas dos associados, que venceram em 24 de novembro, estão com prazo prorrogado, no sistema, até 31 de dezembro.
No momento do atendimento, o segurado deverá informar este fato ao hospital ou clínica e a pessoa que está atendendo deverá passar a carteirinha normalmente. Caso haja algum tipo de problema, o responsável pelo atendimento deverá ligar para a UNIMED para se informar. Caso sejam necessários exames e procedimentos, os segurados terão que ir à UNIMED e pegar guias pertinentes.
A APESJF reforça que está se empenhando para conseguir o melhor reajuste possível para o Convênio, realizando seguidas reuniões com a Comissão de Saúde e com a diretoria da UNIMED neste sentido.

Negociações

Os índices reivindicados pela UNIMED para recuperar, segundo a empresa, o equilíbrio financeiro do convênio é de 45,35% nas mensalidades e 7,93% na coparticipação. Este valor foi considerado muito acima das expectativas razão pela qual a APESJF solicitou uma reunião com a direção da empresa.
No momento em que as negociações chegarem a um termo, o sindicato convocará uma assembléia para a divulgação dos valores na qual professores e professoras possam debater e decidir.

 

APESJF solicitou audiência com Reitor para tratar a segurança no Campus

A preocupação da APESJF quanto à segurança no campus foi motivo de um pedido de audiência com o Reitor da UFJF, Henrique Duque. Na reunião, ainda a ser agendada pela Administração Superior, o sindicato vai solicitar informações sobre os encaminhamentos dados relativos aos episódios ocorridos no campus da UFJF, e sobre o funcionamento da comissão de eventos.
A APESJF pretende realizar amplo debate sobre o tema.