Mobilizações marcaram o 1º de maio em todo o Brasil

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Trabalhadores e trabalhadoras marcaram nacionalmente o dia 1º de maio, com manifestações virtuais, carreatas, entre outras atividades em defesa da vacina, emprego e contra a política genocida instaurada no Brasil pelo governo de Jair Bolsonaro que ataca os servidores públicos, a educação e demais setores, durante a pior crise política, econômica social e política da história do país.

ANDES-SN

O ANDES-SN integrou os atos virtuais, assim realizados devido ao distanciamento social, em decorrência da Covid-19, mas também alguns atos presenciais pelo país, em carreatas, atos de rua com distribuição de máscaras, faixaços e diálogo com a população. A presidente do sindicato, Rivânia Moura, participou do ato virtual do Fórum Pelos Direitos & Liberdades Democráticas, que contou com as participações de diversas lideranças dos movimentos sindical, popular, social e estudantil.

CSP-Conlutas

A CSP-Conlutas, junto de entidades e movimentos filiados, esteve presente em atos realizados tanto virtualmente quanto de forma simbólica. O ato-live, organizado pela CSP-Conlutas e a Intersindical – Instrumento de Luta, seguiu o caráter de independência classista, de luta e internacionalista do 1° de Maio, contando com a participação de representantes de várias entidades sindicais, movimentos populares e sociais do país. Marcaram presença trabalhadores da Saúde, Educação, dos Correios, químicos, do funcionalismo público, metalúrgicos, entre outras, além de movimentos de luta contra a opressão, por moradia, de defesa dos povos originários, entre outros.

Fonasefe

Convocando a unidade da classe trabalhadora no dia 1º de maio, por condições dignas de vida, o Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais, Fonasefe, foi um dos integrantes do ato virtual do Fórum Pelos Direitos & Liberdades Democráticas, transmitido via Facebook.

Juiz de Fora teve movimentação e protestos marcando o Primeiro de Maio na cidade

Ações do Comitê Fora Bolsonaro e do Fórum dos Servidores Públicos de Juiz de Fora e Região, chamaram a atenção da população para o Primeiro de Maio, dia das trabalhadoras e dos trabalhadores na cidade. Acompanhe

Comitê Fora Bolsonaro realizou protestos

Entidades, sindicatos e partidos políticos, unidos no Comitê Unificado Fora Bolsonaro de Juiz de Fora, realizaram uma série de ações para marcar o 1º de Maio na cidade.

A mobilização, adaptada aos tempos de pandemia, contou com intensa campanha nas redes sociais; carro de som rodando bairros da cidade, cortejo fúnebre no calçadão da rua Halfeld, que simbolizou a morte de milhares de brasileiros, vitimados pela Covid e pela política implementada pelo Governo Federal. Faixas foram colocadas no Mergulhão da Avenida Rio Branco, na passagem de nível da Praça da Estação e no viaduto da Itamar Franco. Uma carreata marcou a parte da tarde, chamando a atenção para as lutas de trabalhadores e trabalhadoras

Em todas manifestações: a exigência de vacinação para todos e todas; auxílio emergencial de pelo menos R$600; lockdown nacional com condições para todas e todos; medidas de preservação do emprego, de auxílio a pequenos comerciantes; combate a inflação dos alimentos e combustíveis; a defesa do SUS, de servidores e serviços públicos; contra a privatização das empresas públicas; pelo investimento em educação; pela vacinação em massa nas escolas municipais e estaduais e a palavra de ordem mais ouvida, o Fora Bolsonaro! Impeachment Já.

Augusto Cerqueira, da Direção da APES, ressaltou a movimentação da Seção Sindical e disse ser importante denunciar as ações do governo:  “Entendendo o momento e a conjuntura, a Apes não mediu esforços para trabalhar pela organização e mobilização da classe trabalhadora neste primeiro de maio. Agora seguiremos para a carreata para que possamos reforçar nossa posição intransigente na defesa da educação pública, dos professores e professoras, dos servidores públicos e da classe trabalhadora. Além disso, denunciar a política de morte e destruição desse governo”.

Lucimara Reis, representante do coletivo feminista 8M, presente ao Cortejo no Calçadão, disse que as ações que se realizaram em Juiz de Fora se deram também em muitas outras cidades do país, num movimento unificado da esquerda para derrotar o governo genocida de Bolsonaro. Ela explicou que o ato do cortejo no Calçadão foi simbólico e contou com poucas pessoas, visando preservar a segurança durante a crise sanitária. “Ainda assim achamos importante marcar esse dia porque não podemos mais normalizar as mortes. Chegamos à marca de 400 mil. Mortes que poderiam ter sido evitadas se tivéssemos uma ação responsável do governo federal. A única saída que a gente encontra é o Fora Bolsonaro, porque todas as soluções apresentadas para garantir a vacinação em massa e a renda mínima para que as pessoas fiquem em casa são medidas que o governo não quer adotar porque não é de sua política. Nós vimos as declarações absurdas do Guedes e o Governo Bolsonaro mostra a que veio”.

A professora Victória Mello, do Sind-UTE, relembrou que esse é o segundo Primeiro de Maio em meio a uma pandemia que já matou milhares no mundo. No Brasil, mais de 400 mil pessoas. “As entidades estão nas ruas hoje, denunciando a política do governo federal. É um primeiro de maio de luta, classista, em que a gente está dizendo que, para parar a matança do nosso povo, para proteger a classe trabalhadora, nós precisamos retirar o governo Bolsonaro do poder”.

FOSEFE se manifestou contra a Reforma Administrativa no Primeiro de Maio

O Fórum das Entidades do Serviço Público de Juiz de Fora e Região esteve empenhado na mobilização do Primeiro de Maio, se manifestando contra a Reforma Administrativa que o Governo e o Congresso querem implementar e na defesa de trabalhadores e trabalhadoras.

Foram colocados dois carros de som, rodando as principais áreas do centro da cidade, durante todo o dia, saudando trabalhadores e trabalhadoras e chamando para a luta contra a destruição do Estado Brasileiro, preconizado pela Reforma Administrativa; foram instalados outdoors em pontos estratégicos da cidade e um painel de Led na avenida Itamar Franco, além de faixas nos Pórticos da UFJF, nos dois Hospitais Universitários, no CA João XXIII, no Restaurante Universitário do centro da cidade, no IF Sudeste MG e na Faculdade de Educação, onde ocorre a vacinação contra a Covid 19. Também houve uma intensa mobilização utilizando duas rádios de Juiz de Fora, com chamadas durante todo o dia.

Em todas essas ações, o FOSEFE defendeu o serviço público, vacinação e renda mínima para os trabalhadores durante a crise sanitária