Seminário da Classe Trabalhadora tem abertura no sábado 17h

  • Reading time:3 mins read

No dia 1º de agosto, o Coletivo 8M inaugura o Seminário da Classe Trabalhadora, uma série de encontros semanais em seu canal do You Tube e facebook  que vai promover o debate das questões mais importantes para a união, o diálogo e a mobilização da classe trabalhadora. Nesse primeiro debate, que tem início às 17h, o coletivo convidou Vera Lúcia, líder sindical em São Paulo, da direção nacional do PSTU; Giovana Castro, professora da rede Municipal de Juiz de Fora, vinculada ao coletivo Cabeça de Nêga, doutoranda em história pelo PPGHIS/UFJF; Mauro Iasi, pesquisador, historiador, sociólogo, político e professor universitário brasileiro, filiado ao Partido Comunista Brasileiro e Valério Arcary, professor e historiador, colunista do Brasil de Fato, ligado ao PSOL.

A APES colabora na organização do Seminário que conta com o apoio de sindicatos, entidades representativas e coletivos.

 A abertura do Seminário pode ser vista no Canal do You Tube do 8M que pode ser acessado clicando aqui, ou no facebook no Coletivo.

 Propostas para a mobilização

Segundo Lucimara Reis, da direção do 8M, a ideia do seminário vem de antes da Pandemia, como uma necessidade de resistência, diante da conjuntura nacional de fechamento do estado, da perda de direitos democráticos, do crescimento de uma ultradireita raivosa e conservadora. “A saída é sempre a mobilização. A primeira foi a campanha emergencial de solidariedade e em seguida pensar saídas para isso.  Queremos discutir, desde a conjuntura geral, até habitação, movimentos anti opressão, saúde e educação, temas que viemos há muito debatendo e que tiveram soluções muito estranhas à classe trabalhadora, por parte dos governos”.

Ela explica que o objetivo é, durante as 10 semanas de realização do seminário,  levantar temas nacionais, mas que possam fazer o link para o debate municipal.

Haverá possibilidades de envio de perguntas e propostas que serão debatidas numa grande plenária final. “Queremos ser propositivos e encaminhar ideias para um norte da atuação dos trabalhadores e trabalhadoras”, disse.